Um legado
de Inovação

Desde a sua fundação pelo próprio Conde D’Ervideira, que a inovação faz parte do ADN da Ervideira. Ousada e original, a Ervideira nunca teve medo de pisar o risco e andar sobre territórios nunca antes explorados. Aliando a tradição à revolução, a Ervideira cria cada vinho com a sua própria personalidade.

Os séculos passam e a História repete-se, pois pretendemos que a Ervideira seja uma empresa simples, onde a vida é sinuosa, mas de uma beleza tremenda.

Foi com este espírito irreverente que a Ervideira se tornou pioneira na região, e no setor, em várias iniciativas.

1991

A primeira plantação da casta Touriga Nacional no Alentejo

2000

A primeira vindima noturna e transporte de uva em camião frigorífico

2002

A primeira produção de Espumante com certificação no Alentejo sendo atualmente o maior produtor do Alentejo

2009

A primeira produção e certificação de vinho branco a partir de uma uva tinta, o Invisível

2013

A primeira a utilizar mundialmente a rolha hélix nos seus vinhos (rolha de abertura fácil, 100% cortiça)

2015

A primeira a estagiar vinhos a 30 metros de profundidade, no grande lago de Alqueva, para criar a gama Vinho da Água

É costume repetirmos a frase “Quem não sonha, não tem espaço aqui”.
Porque acreditamos que aqui a vida é feita de tradição, raízes e valores, mas também de garra, força, inovação e irreverência.

Paixão pelo método

O processo de produção dos vinhos da Ervideira foca-se, acima de tudo, na manutenção da sua essência e qualidade.

A vindima é feita durante a noite, quando não existe exposição solar e as temperaturas são mais baixas, permitindo que as uvas mantenham as suas propriedades.

O transporte para a adega é refrigerado, para preservar as características da uva fresca e madura, onde será depois submetido a um processo de vinificação altamente controlado.

É também na adega que se alia a tecnologia e a modernidade, ao conhecimento e à tradição. Os vinhos começam por fermentar em cubas de inox, passando depois ao estágio em barricas de carvalho, de origens francesa e húngara. Durante este período, os vinhos tornam-se ainda mais ricos, contraindo novos tons e sabores.

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